domingo, 20 de maio de 2012

O contributo da energia solar As previsões indicam que entre 2045 e 2170, os combustíveis fósseis e os recursos minerais a que atualmente recorremos para obter energia, desde o petróleo e o urânio. Os peritos são unânimes, a melhor fonte energética e que podemos utilizar de forma ilimitada é o Sol, resta saber como utilizá-la para que se torne o mais rentável possível. A instalação de painéis fotovoltaicos e, em menor medida, através de centrais de energia solar. Aqueles que apoiam a aposta na energia solar têm boas razões para defender a sua implantação, trata-se de uma energia limpa, segura e inesgotável, a qual assegura o fornecimento a equipamentos e consumidores domésticos, mesmo que se encontrem em zonas isoladas. Não obstante, as suas vantagens reconhecidas da energia fornecida pelo astro-rei, a verdade é que o fabricar os painéis de materiais semicondotores, que geram uma corrente de eletrões a que chamamos eletricidade, exige um grande investimento, investimento este que, na opinião de alguns especialistas não compensa o seu escasso rendimento. Mais ainda, corresponde a um processo poluente que, além disso consome muita energia. Nos últimos anos, foi um novo produto introduzido no mercado que veio substituir a as convencionais placas de sílicio. Trata-se de lâminas solares flexíveis, tiras finas compostas por materiais fotossensíveis colocados sobe ruam base espacial. A sua produção é mais barata, pelo que recupera-se o investimento mais cedo. Aquelas são mito mais leves e versáteis, logo podem colocar-se com maia facilidade sobres superfícies curvas ou espaços reduzidos. Embora ninguém negue as vantagens da instalação de painéis fotovoltaicos isoladas ou locais de pequenas dimensões, debate-se há já algum tempo a utilidade dos mesmos quando sejam instalados para formar uma grande central de produção. A este respeito as opiniões dividem-se, para uns a sua instalação exige demasiado tempo e dinheiro, tanto para a sua construção como para a sua manutenção, o que não é compensado pela quantidade de energia que produzem. Outros entendem que, o impacto é, de qualquer maneira, menor do que o seu custo económico e, mais ainda consideravelmente menor do que o impacto que a exploração de outras fontes de energia representaria para o meio ambiente. Seja como for, segundo estimativas da Associação Europeia da Indústria Fotovoltaica o sector registará um significativo crescimento nos próximos anos. A Associação anuncia que, a manter-se o ritmo de desenvolvimento do sector, por volta do ano de 2020 cerca de 6% das necessidades europeias serão satisfeitas por este tipo de energia. Em Portugal, apesar de o sector também tenha vindo a crescer, o peso da produção no consumo elétrico nacional é de inferior a 1% e o preço da tarifa respetiva é muito superior ao do mercado da eletricidade. Contudo, o país possui um enorme potencial solar, dado o número de horas de sol, principalmente nas regiões do interior. Este significativo potencial foi aproveitado na Central da Amareleja, a qual foia maior do mundo até 2008. Perante este panorama , resta saber que futuro terá o desenvolvimento da energia solar em Portugal.

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